domingo, 12 de setembro de 2010

E a borboleta era verde...


Numa casa abandonada, quase sem paredes e janelas, uma borboleta imóvel, olhando-me atenta, sem sentido no seu mistério de inseto.


E eu a entendia...Que motivo, tudo isto? E a borboleta era verde numa parede branca, e eu, branca numa alma incolor. Sentido? Nenhum, se viver, decerto, é bem mais surreal que o morrer...E a borboleta era verde, lembra?


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