quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Covarde



Ah, covarde, esta lua de marfim que se joga entre mim e você e, destarte, deixa pra lá, se não cabe tudo, o que a gente deve fazer, o que se deve sonhar...




E o luar espreita a varanda, deitando-se na cama, e a lua, destarte, bem cá, emudeceu até a língua do meu pensamento, coisa única de instantes na plenitude do momento.




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