terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Insônia


Insônia das loucas horas, sua neurótica! Não se cansa de rir de mim, do olho encarnado, do rosto branco e cansado, do pensamento amassado e fugaz?


Vá dormir, pare de fazer barulho, de gerar entulhos, e bons sonhos, eu a perdoo, sua imatura e errante mulher.

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