domingo, 17 de novembro de 2013

Bobo da Vida

O teu riso  diáfano, desarmado e aberto é coisa certa de um domingo repetido, o riso escorrega por entre dentes e gengivas escandalosas, e entrementes, o tempo passa sorrateiro, rápido e sem culpa. E sem dúvidas ou dívidas, o teu olho se contrai numa gargalhada frouxa de ecos insistentes.  Por certas coisas, o choro; por quase tudo, o riso. Tu és o bobo da vida, menino lindo.

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