domingo, 21 de fevereiro de 2010

A luz e o vento


A luz do canto flutua, recheada de vento, e as sombras piscam num escuro meio claro, a cortina danca na consonância da brisa.




E a sombra pisca, e eu, é claro, num escuro bom de mim assim, à risca, sob o vento, cheia de luz na sombra clara do meu cabelo escuro, e sei que, por aí , flutuo cheia de vento, vago meio inerte, como quem reflete uma vida que pisca feito sombra na brisa, inercial à deriva ou na calma da ida, mas na luz do meu canto.

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