quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Simplesmente, amei...


Noite fria de azul, brincando de formas retas e curvas, estrela- lua, meio minha, tão sua, chegando mesmo a ser curta, parecendo mais um sonho, e é, só que não acordei, virei qualquer coisa onírica e, simplesmente, amei...

Coisas simples e complexas


Mas são tão boas as coisas simples, se já nascem livres e puras, feito pássaros ruflando! O complexo, muitas vezes, desvirtua-se e se descolore nas conchas de seus labirintos, não chegando aonde e a quando...

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Espécie de grão


Você é aquela espécie de grão, de amarelo pão, meio ração deitada , cor- de- chão em terra, erva daninha danada e sem estação,coração...


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O que sei do amor...


Eu sei que o amor não é coisa tão de repente, nem de rompantes ou de apenas um instante... É dócil e contínuo, é o antes, o hoje e, certamente, o sempre do restante; pois ama , e como bem ama, não nasce e nem morre.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Sentimento


Gosto das folhas rendendo -se ao vento, sob o sol ameno, murmurando meu nome e toda coisa que, em mim, é sentimento.

Blu- blues (poesia requentada de 01 de 2009)


Eu não o quero mais, se o meu coração se desfaz feito sonrisal n'água: blu-blu bolhoso, meio blues baixinho, e triste.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Fatias


Eu me faço em poéticas fatias- Sou uma tristeza distraída e uma alegria de reboco.

Bem de mansinho


Entre encostas nuas e luas novas, o tal nome do amor cerca-me, cega-me de lua, de novo, sorrindo e quase mentindo, de tão boa que é a inércia frouxa entre flores e o vento, se não mais existe o tempo para quem ama bem de mansinho, amor...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Olhos de criança


As crianças têm os olhos de brisa na água e de água na brisa...Certamente, olhos mais bonitos da coisa humana.

Aquele vento


É tudo ao relento do tempo, da poeira dissipada e, que na rosa, vai se perdendo.




É no gerúndio de um verbo que a tua intenção vai se comendo, e o momento se desfazendo, e nada mais vai se entendendo, e nada mais vira quase nada, só mesmo aquele vento.