sábado, 19 de outubro de 2013

A Vinícius

Eu me emplastro da pequena poesia de morte, mas também na bossa que é a vida, no incerto que viria... Digito ideias num véu de corpo inteiro, e quanta sorte, durmo no leito das  tardes e mares de Vinícius.
Porque minha alma dança na  paz, meio que jaz na  música que me escuta, emudece e transfigura, pois são coisas tão boas,  algumas antigas demais, num Vinicius de novo em mim. 

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